O PlanetaIFSC tornou-se o Blog do curso técnico de Meio Ambiente do Instituto Federal de Santa Catarina ( IFSC). Este projeto de educação ambiental realizado pelos alunos Alexandre Priebe, Robson Cardoso e Tiago Pazolini partiu da ideia de uma rádio no IFSC, este pensamento evolui para a ferramenta do Blog que tornou-se um meio muito mais rápido e mais fácil de promover a educação ambiental. Atualmente todos os Alunos e Professores do Curso fazem parte desta empreitada. Seja Bem Vindo!




sexta-feira, 7 de maio de 2010

Aquecimento Global: Verdade ou Política?

.

O Aquecimento Global é um assunto que vem sendo discutido há alguns anos, e já é comprovadamente um fato, e não apenas uma hipótese. Sabemos que este fenômeno é natural e indispensável para toda a vida no planeta, pois é através dele que a Terra mantém sua temperatura suficientemente quente para condicionar a vida.

Em 2006, o Ex-vice-presidente dos Estados Unidos, Al Gore, apresentou em seu documentário “Uma Verdade Inconveniente” (An Inconvenient Truth) uma análise da influência do homem sobre o aumento desenfreado do aquecimento global e suas prováveis conseqüências, no qual ele mostra, através de gráficos científicos, o histórico de temperatura do planeta, comparando-o com dados de temperatura atuais, e projetando dados futuros. Seus gráficos demonstram que a temperatura aumenta à medida que o Dióxido de Carbono (CO2), além de outros gases poluentes, é lançado em maiores quantidades pelo homem.

No ano seguinte, em 2007, um novo documentário foi lançado sobre o assunto: “A Grande farsa do Aquecimento Global” (The Great Global Warming Swindle) mostra cientistas de várias partes do planeta afirmando uma opinião contrária à de Al Gore sobre este assunto tão polêmico. O documentário mostra, assim como o de Al Gore, gráficos com dados históricos e atuais da temperatura do planeta, porém estes gráficos demonstram que a relação entre a quantidade de Dióxido de Carbono lançada no planeta e a temperatura do mesmo são inversamente proporcionais, ou seja: de acordo com estes cientistas, a atividade humana não relaciona-se com o aumento da temperatura de nosso planeta.

Os dois documentários demonstram, além de números sobre o assunto, o porquê de sua acusação. Al Gore defende sua tese afirmando que os países desenvolvidos não aceitam a afirmação de que o ser humano influencia no aumento da temperatura terrestre pois não desejam reduzir o lançamento de gases poluentes, que são gerados em massa pelas indústrias, pois esta redução teria como conseqüência uma diminuição na economia destes países.

Por outro lado, os cientistas que produziram o documentário “A Grande farsa do Aquecimento Global” afirmam que o assunto foi gerado para que estes mesmos países desenvolvidos pudessem reforçar sua economia sobre os países em desenvolvimento, que não receberiam incentivos ao crescimento para não lançarem mais gases poluentes à atmosfera. Além disso, os cientistas afirmam que, como a futura falta de recursos energéticos como o petróleo é iminente, o assunto do aquecimento global teria sido lançado para aumentar os recursos investidos em energias renováveis, mantendo a economia estável e evitando uma possível crise.

Podemos notar que, nos dois documentários, uma forte afirmação é a de que países desenvolvidos tentam tirar proveito da situação. E o homem realmente é, infelizmente, assim: não importa se a situação é boa ou ruim, não importa se é um milagre ou uma catástrofe, ele sempre tenta conseguir se aproveitar dos acontecimentos, ou mesmo ignorá-los, para conseguir o que deseja.

Seja qual for a teoria correta, seja quem for o “vilão” da história, e, além disso, seja qual for nossa posição quanto ao assunto, uma coisa é certa: nosso planeta está em processo de mudança, e não importa quantos gráficos sejam feitos, nunca saberemos ao certo o que realmente irá acontecer. Apenas o tempo nos mostrará os resultados destas mudanças, e, cabe a nós, humanos, cuidarmos para que, no futuro, tenhamos o mínimo de culpa sobre elas.

por: M.K.

.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Programa Mata Atlântica

.

As ações do Programa Mata Atlântica do WWF-Brasil visam aliar o bem-estar humano à conservação da biodiversidade e à manutenção da qualidade e integridade dos solos e dos recursos hídricos.

Variados tipos de florestas, relevos e populações dão cara à Mata Atlântica, ao longo de 17 estados brasileiros, Paraguai e Argentina. Recordista mundial em biodiversidade, essa floresta tropical é também uma das mais ameaçadas do planeta, com 7,9% de sua área original sobrevivendo na região mais desenvolvida e ocupada do país.

A partir desse cenário, o Programa Mata Atlântica do WWF-Brasil vem trabalhando com a missão de aliar o bem-estar humano à conservação da biodiversidade, qualidade e integridade do solo e dos recursos hídricos.

Para isso, construiu uma agenda brasileira e independente, com linhas de ação focadas nos poucos remanescentes que se mantém: a linha de planejamento ecorregional, que visa nortear ações para a conservação e uso sustentável dos recursos naturais; a de áreas protegidas, apoiando a criação e implantação de Unidades de Conservação (UC) no Bioma; e a de reabilitação da paisagem, visando um aumento da área de florestas integradas às atividades econômicas.

Duas importantes concepções orientam as iniciativas do programa desde o início: a definição de Ecorregiões – extensas partes de terra ou água que compartilham espécies e condições ambientais comuns – e a Visão de Biodiversidade – uma ferramenta de planejamento que identifica áreas críticas a serem conservadas em escala de 50 a 100 anos.

Os projetos se basearam, assim, na Ecorregião Florestas do Alto Paraná, Ecorregião Florestas Costeiras de Pernambuco e Ecorregião da Serra do Mar.

Aos poucos, vem-se promovendo a articulação entre diferentes públicos que interferem na manutenção da Mata Atlântica: proprietários de terra, poder executivo e legislativo, organizações locais entre outros.

A busca vai desde o fortalecimento do movimento de reservas privadas no bioma, a criação de condições para o uso público e o ecoturismo em Unidades de Conservação, estudos para a criação de UCs, até capacitação de gestores, promoção da restauração agroflorestal, publicações educativas e campanhas de sensibilização da população para essas reservas naturais.

wwf.
.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Novo fóssil pode ser ancestral do humano

.
Herton Escobar, de O Estado de S. Paulo

A história da evolução humana acaba de ganhar mais um personagem, com pinta de protagonista. Pesquisadores na África do Sul anunciaram a descoberta de uma nova espécie de hominídeo, chamado Australopithecus sediba, que viveu há quase 2 milhões de anos e pode ser a linhagem da qual se originaram os seres humanos modernos.


Dentre todos os tipos de australopitecinos conhecidos (agora são cinco), este é o que mais se assemelha aos primeiros representantes do gênero Homo, como o Homo habilis e o Homo erectus, que deram origem, em última instância, ao Homo sapiens.

Vários ossos e fragmentos de ossos de A. sediba, incluindo um crânio em ótimo estado de preservação, foram desenterrados de uma região cavernosa próxima a Johanesburgo. Eles pertenciam a dois indivíduos pré-históricos: um jovem, com 10 a 13 anos de idade, e uma mulher, com cerca de 30.

A datação dos sedimentos nos quais os fósseis foram encontrados indica que eles morreram cerca de 1,9 milhão de anos atrás, posicionando a espécie num período crucial da evolução humana, em que versões mais modernas de Australopithecus estavam dando lugar a versões mais primitivas de Homo.

O Australopithecus sediba desponta nesse cenário como uma espécie transitória, portando características de ambos os gêneros. Sua morfologia geral é típica dos australopitecinos, com cérebro pequeno, baixa estatura, braços longos e pernas curtas. Mas há peculiaridades no formato do crânio e da pélvis que o colocam mais próximo do gênero Homo do que os outros.

Em entrevista coletiva por telefone, Berger contou que sua primeira inclinação foi mesmo classificar o A. sedibano gênero Homo. No fim das contas, porém, várias características mais primitivas - principalmente os braços longos e a cabeça pequena - acabaram por segurar o fóssil entre os australopitecinos. A capacidade endocraniana do A. sediba (espaço disponível para o cérebro) era de 420 cm³, pouco maior que a de um chimpanzé moderno (350 cm³), porém menos da metade da de um Homo erectus (900 cm³) e apenas um terço da de um Homo sapiens (1.300 cm³).

O que não diminui a importância da descoberta. De fato, esse mosaico de características coloca o A. sedibacomo um forte candidato a ancestral direto dos seres humanos modernos. Trata-se de uma história complicada, que pode ser contada de diferentes formas, dependendo do narrador. Assim como há várias espécies descritas de Australopithecus, há várias espécies de Homo, e não há consenso entre os cientistas sobre como cada uma delas se relaciona no emaranhado de galhos e raízes da árvore evolutiva que deu fruto ao Homo sapiens.

As únicas "certezas", aparentemente, são que os Australopithecus deram origem ao Homo, cerca de 2 milhões de anos atrás, e que o Homo erectus deu origem ao Homo sapiens, cerca de 200 mil anos atrás.

Cabe aos paleoantropólogos, agora, encaixar o A. sediba nesse quebra-cabeça. Os autores do trabalho na Science levantam três possibilidades: 1) ele pode ser a espécie da qual se originou todo o gênero Homo(especialmente o H. erectus); 2) ele pode ter dado origem a alguns gêneros de Homo, mas não ao H. erectus(nesse caso, não seria um ancestral direto do ser humano moderno); ou 3) ele pode ser, simplesmente, uma linhagem de Australopithecus que acabou extinta sem deixar descendentes - um experimento evolutivo que não foi adiante, por assim dizer.

"Cada novo fóssil complica mais as coisas", impressiona-se o pesquisador Sandro Bonatto, da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, que estuda evolução. "O fato de uma espécie ter características humanas não significa que seja um ancestral direto nosso."

"É tudo um grande mosaico", explica o pesquisador Walter Neves, diretor do Laboratório de Estudos Evolutivos Humanos da Universidade de São Paulo, especialista em evolução humana. "O problema não é falta de fósseis", garante ele. "Temos até um excesso de possibilidades. A grande pergunta é: De qual linhagem deAustralopithecus surgiu o homem?"

Do ponto de vista morfológico, diz Neves, o A. sediba é um bom candidato. Do ponto de vista temporal, porém, ele só poderá ser considerado um ancestral humano se fósseis mais antigos da espécie forem encontrados, já que o gênero Homo surgiu há mais de 2 milhões de anos, e os dois esqueletos de A. sediba encontrados até agora foram datados entre 1,78 e 1,95 milhão de anos.


Como esses são os primeiros fósseis descobertos, ainda não há como saber a extensão temporal ou geográfica que o
A. sediba ocupou. "É provável que estes não tenham sido os primeiros nem os últimos da espécie", aposta Berger.

CETICISMO

"São necessárias mais escavações para encontrar mais espécies e esqueletos mais completos de forma a complementar estas análises, cujas conclusões são ainda controversas sobre a relação de ancestralidade entre o gênero Homo e o Australopithecus", avalia, mais cético, o geneticista Fabrício Santos, da Universidade Federal de Minas Gerais. Sua primeira impressão é que o A. sediba é "apenas mais um Australopithecus", sem relação direta com o homem moderno.

Berger já adiantou que há mais fósseis de A. sediba sendo escavados do mesmo local - de pelo menos dois outros esqueletos -, mas preferiu não dar detalhes.

Da maneira como está, por volta de 2 milhões de anos atrás havia seis espécies de hominídeos caminhando pela África (talvez mais, talvez menos, dependendo da classificação de alguns fósseis mais fragmentados): Homo habilis, Homo erectus, Homo rudolfensis, Paranthropus robustus, Paranthropus boisei e, agora,Australopithecus sediba.

"Claramente um é diferente do outro. Agora, se são espécies diferentes ou variações geográficas de uma mesma espécie é algo que se discute", avalia Bonatto. "Se com bichos atuais já é difícil às vezes distinguir o que é espécie e o que é subespécie, imagine então com fósseis."

.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Pesquisadores encontram crustáceo gigante no fundo do oceano

.

Uma equipe de exploradores que pesquisava o fundo do oceano em um submarino encontrou uma criatura presa a alguns dos equipamentos externos. O crustáceo, com pouco menos de 1 metro da cabeça à cauda, foi encontrado a 2.500 metros de profundidade, de acordo com relato da equipe de exploradores reproduzido no site da Discovery.

Alguns cientistas estudaram as fotos e a descrição do explorador e sugerem que a criatura é provavelmente um Bathynomus giganteus, ou um isópode gigante, afirma a Discovery. Esse crustáceo se alimenta de baleias mortas, peixes e lulas em águas profundas do Atlântico e do Pacífico. No post da rede social, os exploradores não afirmaram a localização em que estavam quando o animal foi encontrado.

Fonte: 1.

.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Pegada ecológica! Qual o tamanho da sua?

.
.
A Pegada Ecológica foi criada para calcular o quanto de recursos da natureza utilizamos para sustentar nosso estilo de vida. Assim, por meio de um simples cálculo, podemos saber se nossa forma de viver está de acordo com a capacidade do planeta em oferecer, renovar seus recursos e absover os resíduos que geramos.

Responda o quiz e conheça o tamanho estimado da sua pegada ecológica! Pode ser uma surpre
sa!

.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Salve a Lagoa! Na Lagoa, 2 andares é o teto!


A comunidade da Lagoa está unânime: não quer adensamento ainda maior de um bairro que já sofre com falta de infraestrutura e de serviços em geral. Por isto não aceita o Plano Diretor proposto pelo Prefeito que rompe com a proibição de prédios na Lagoa determinada por Lei Complementar 099/2002. Leia mais

terça-feira, 30 de março de 2010

Conclusão do Projeto

.
Concluímos com o nosso projeto que a internet é uma grande aliada do meio ambiente, pois é o meio de comunicação mais globalizado do planeta. Oferecendo uma gama de vantagens para realizar o trabalho de sensibilização da população em relação às questões ambientais, tanto no âmbito físico quanto no humano.

O trabalho de educação ambiental realizado por intermédio deste Blog continuará, pois apartir de agora o Blog passa a fazer parte do Curso Técnico de Meio Ambiente.

É uma grande alegria e também uma grande vitória para o grupo a continuidade do projeto.

Fotos:





.

sábado, 20 de março de 2010

CAMPANHA DIVERTIDA

.
Um site inglês na internet faz algumas campanhas curiosas. Este site é dedicado ao pensamento de que algo tão simples como o
divertimento é a maneira mais fácil de mudar o hábito das pessoas.

Olha só o estilo das idéias que o site aprensenta:

  • Para jogar o lixo no lixo ao invés do chão não deve realmente ser tão difícil mas, muitas pessoas ainda não conseguem fazê-lo. Pode-se incentivar as pessoas a jogar lixo na lixeira, fazendo algo diverto! Veja os resultados aqui.
  • Tomar as escadas ao invés do elevador ou escadas rolantes e se sentir melhor é algo que muitas vezes ouvimos ou lemos nos jornais de domingo. Poucas pessoas realmente seguem esse conselho. Como podemos mudar isso? De forma divertida! Veja os resultados aqui.

  • Podemos obter mais condutores a respeitar o sinal vermelho, tornando-a divertida de fazer? Pelo sistema de tráfego de iluminação, com uma tela que mostra fatos interessantes ou divertidos quando a luz está no vermelho. É uma maneira simples de dar às pessoas algo em troca para fazer a coisa certa.
  • Podemos conseguir mais pessoas para reciclar pilhas, tornando-a divertida de fazer? Propõe-se reconstruir uma máquina de pinball para aceitar as baterias, ao invés de moedas, como créditos para jogar.
  • Podemos manter as ruas limpas, tornando-a divertida de fazer? É comum em Portugal e Espanha ter festas de rua nas noites de fim de semana quente. O problema é que o lixo fica no chão. A solução aqui é fazer uma juke box que não é alimentado por moedas, mas bebidas latas e garrafas. Limpando você pode manter a festa.
  • Como é que conseguimos que mais pessoas façam a reciclagem de latas de bebidas? Nós viramos uma máquina normal em uma máquina de venda automática de jogo, onde em vez de moedas, usamos latas velhas como crédito para jogar. Você pode esmaga-la, as põe na máquina,e os sortudos ganham uma lata de refrigerante geladinho.
.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Chinesa de 101 anos desenvolve “chifre” na testa

.

Uma mulher de 101 anos que vive em uma aldeia da província central chinesa de Henan está causando temor e despertando curiosidade de seus vizinhos depois que passou a desenvolver, na parte esquerda de sua testa, um "chifre" de cor negra e quase seis centímetros de comprimento, segundo informa o Diário do Povo.

A idosa, chamada Zhang Ruifang, vive no pequeno povoado de Linlou. A protuberância apareceu no ano passado, e desde então vem crescendo, chegando aos seis centímetros atuais. O chifre parece o de uma cabra, como destaca o jornal.

O chifre, formado por queratina (substância encontrada nos pelos e as unhas humanas) não causa dor ou problemas à idosa, embora alguns vizinhos tenham dito que o fenômeno "dá medo".

Zhang, que não se importa com esses temores, sai todos os dias para passear e realiza alguns trabalhos domésticos. Ela vive com a família de um de seus sete filhos.

As imagens da chinesa ganharam destaque em muitos veículos de imprensa de todo o mundo, especialmente na imprensa britânica, onde foi destacado que este tipo de protuberância é um tumor benigno que costuma aparecer com frequência em pessoas de idade avançada, embora muito raramente alcance tamanho tão grande.

Uma protuberância similar está aparecendo no lado direito da testa da mulher, também de cor negra, embora por enquanto tenha tamanho muito menor, e o aspecto de uma simples pinta.

Fonte: Terra

quinta-feira, 18 de março de 2010

CÓDIGO FLORESTAL DE SC

.

Com fins de proteção de matas, principalmente ciliares, no Brasil, possuimos o Código Florestal Brasileiro (Lei Federal 4.771 de 1965). Ele determina áreas de preservação permanente (APP) que são, teoricamente, as matas existentes nas encostas dos rios numa faixa cuja largura varia conforme a largura do rio..

Funciona assim, para rios com largura de até 10 metros, deve-se ter uma faixa de APP de no mínimo 30 metros para cada lado. Já para rios de 10 a 30 metros, deve-se ter uma faixa de 50 metros de APP. E, finalmente, para rios entre 50 e 200 metros dever-se ter uma faixa mínima de 100 metros.

Recentemente (em 2009) nosso "glorioso" estado de Santa Catarina criou uma nova lei, que muda esses dados e determina, por exemplo que rios com até 10 metros tenham apenas 5 metros de mata ciliar.

Confira clicando aqui, a analise do código florestal, assinado em baixo pelo atual Governador do estado, Luis Henrique da Silveira. E, clique aqui e veja o novo código completo de SC.